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14 de setembro de 2011

Documentário celebra 50 anos de Nouvelle Vague


Para melhor visualização clique AQUI

11 de setembro de 2011

Devaneios de um Instante



Em tantos momentos na vida que sorrimos e em nosso peito a angústia cresce, eu queria que as pessoas entendessem a tristeza em meu olhar e não dessem tanto crédito a falsidade do meu sorrir.
Momentos longe, me deixam perdida e confusa, sem saber ao certo se os dias e as horas passam…queria estar com você e nada mais que isso.
Quem consegue enxergar a dor da alma de outrem? cada um sabe a dor que carrega no peito, e os outros apenas fingem se importar.
Estou cansada da falácia, dos seres humanos, da vida, das instituições, da sociedade. Eu queria fugir e encontrar refúgio em teus braços.
Eu quero dormir pra sempre, como sempre diz um conhecido meu…
Conheça meu Tumblr: Devaneios de um Instante

23 de agosto de 2011

Exposição "Traços Locais - 1ª edição"



A exposição "Traços Locais - 1ª edição", dos artistas visuais paraenses Armando Sobral e Marcone Moreira, um projeto de composição de acervo da produção de arte contemporânea local, terá abertura hoje, às 19h, e segue até o dia 30 de setembro, no Museu da Universidade Federal do Pará (UFPA).
A primeira edição de "Traços Locais" traz pinturas, gravuras e objetos em exposição. Armando apresenta um conjunto de 35 gravuras, que cobre seus 20 anos dedicados à arte contemporânea. E Marcone leva ao Museu um objeto de madeira, uma pintura, um desenho e quatro gravuras. O acervo apresentado será automaticamente doado.
Além dos trabalhos doados, Marcone Moreira vai mostrar os bastidores de seu trabalho. "São nove cadernos, com projetos, rascunhos e experimentos. É uma forma de mostrar os caminhos que passamos, desde a ideia inicial até o produto final", comenta o artista plástico.
Criado em 1983 com a missão de abrigar a arte contemporânea, o Museu vem formando seu acervo com as dificuldades inerentes aos organismos públicos de cultura. "Para o artista é de fundamental importância ter sua obra representada e resguardada num museu e saber que elas marcam o seu tempo, sua fluidez e poderão ser observadas por outras gerações. É necessário preservar a memória social e cultural do artista", comenta Armando Sobral. Ele completa, ainda: "vou deixar pra minha cidade meu tempo e meu lugar", pontua.
"Traços Locais" pretende implantar um projeto anual em que artistas locais ou nacionais, apresentem sua produção recente e proponham doações de obras representativas de sua trajetória para compor o acervo do Museu da UFPA.
Fonte: Amazônia Jornal




Museu da Universidade Federal do Pará
Av. Governador José Malcher, 1192, Nazaré
Abertura 18 de agosto, às 19h
Período: 24/11 até 14 de janeiro de 2011
Visitação: 19/08 a 30/09, das 9h às 17h
Sábados, domingos e feriados: de 10h às 14h
Informações: 55 91 3224-0871 / 3242-8340



Fonte: Portal Cultura Pará

19 de agosto de 2011

1º Clic - Culturas, Linguagens e Interfaces Contemporâneas.

E acontece em Belém o 1º CLIC – Culturas, Linguagens e Interfaces Contemporâneas, encontro para se observar e discutir temas, fronteiras e processos nos mais diversos campos, como o das ciências sociais, da comunicação, das artes, filosofia e história.



Inscrições: AQUI 
Mais informações visite: Portal Clic
Twitter: @Clic_News

Vinheta do 1º Clic




18 de agosto de 2011

Legado, Trajetória e Dedicação, são os temas do XXIV Festival Internacional de Música do Pará



Com o tema “Legado, Trajetória, Dedicação” o XXIV Festival Internacional de Música do Pará será realizado excepcionalmente no período de 21 a 28 de agosto e homenageará três importantes nomes, que muito fizeram pela educação e cultura musical, e tinham estreita ligação com a Fundação Carlos Gomes e com o próprio festival de música, promovido anualmente: Almeida Prado, Radegundis Feitosa e Guilhermina Nasser, falecidos em 2010.
Pianista e compositor, Almeida Prado acumulou mais de 400 obras em 58 anos de carreira coroada de prêmios.  Integrava a Academia Brasileira de Música e sua obra para piano ou escrita sinfônica era considerada uma das mais importantes produções da segunda metade do século XX. O Festival Internacional de Música do Pará teve a honra, em diversos momentos, de mostrar sua obra em primeiras audições.
Considerado um dos maiores do mundo e o maior trombonista brasileiro, Radegundis Feitosa foi um ativista pelo coletivismo artístico e criou vários grupos e corais de trombone. Era Chefe do Departamento de Música da Universidade Federal da Paraíba e professor do Curso de Bacharelado em Música da Uepa, em convênio com a FCG, e participou várias vezes do Festival Internacional integrando o Sexteto Brassil e orquestras do festival. Destacado intérprete e grande educador, deixou um legado de jovens músicos formados sob a sua competência.
A Professora Guilhermina Nasser pontuou sua passagem pela história da música no Pará com uma trajetória marcante iniciada com os estudos de piano no Conservatório Carlos Gomes e estudando com Magdalena Tagliaferro, no Rio de Janeiro. Pianista sofisticada foi durante anos diretora do Theatro da Paz e da instituição onde começou seu aprendizado, sendo professora de piano durante três décadas. O Festival acontece em diversos espaços culturais da cidade, e os recitais acontecerão na Catedral Metropolitana, Igreja de Santo Alexandre, Sala Ettore Bósio, Teatro Waldemar Henrique e Complexo São José Liberto. Todos os eventos terão entrada franca.


Maria Christina - Ascom FCG

Programação: AQUI
Twitter: @carlosgomes_pa

Haverá transmissão ao vivo:
TV CULTURA - CANAL 2


17 de agosto de 2011

Porque sou CONTRA a divisão do Pará

Sou apaixonada pela minha terra, pela minha gente, pela nossa cultura e culinária tão singulares. E agora querem roubar nossa identidade, alguns dos políticos que são à favor da divisão do estado, falam que o oeste e sul não se sentem parte do Pará por ter uma cultura diferenciada, se for esse um dos argumentos que nos levem a isso, gostaria de propôr que dividissem o Brasil, pois também não me sinto brasileira, jogada aqui no norte, esquecida pelo governo que só se lembra da Amazônia quando querem explorar e lucrar com nossos recursos naturais.
Como alguns sabem, sou militante do Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado - PSTU, e deixo com vocês uma carta do meu partido com relação à divisão. 




PSTU-PA divulga nota contra a divisão do Pará 

'Não é o tamanho do estado o que determina o seu grau de desenvolvimento humano, social e a competência administrativa de seus gestores, mas sim qual classe governa, com quais instrumentos e com qual programa.'

• Diga não à divisão do Pará. Queremos o Pará para os trabalhadores!
Foi aprovada no Congresso Nacional a realização de um plebiscito para decidir sobre a divisão do Pará em 3 estados. Nós, do PSTU, somos contrários à divisão do estado e chamamos os trabalhadores paraenses, de todas as suas regiões, a votarem contra a divisão.

Respeitamos e concordamos com a opinião e o sentimento dos trabalhadores de todo o estado do Pará, em particular das regiões sul, sudeste e oeste em relação à incompetência do governo do estado em garantir emprego, terra, saúde, educação e saneamento para todos. O descaso dos governantes com a maioria da população do nosso estado é histórica. Não é à toa que amargamos os piores índices de desenvolvimento social do país: quase metade da população vivendo na linha da pobreza, caos na saúde e na educação, violência no campo, reforma agrária que não anda, falta de saneamento básico e destruição do meio-ambiente.

No entanto, essa é uma realidade para a maioria dos trabalhadores de todo o Estado do Pará e não só os das regiões sul, sudeste e oeste do Estado. Não é o tamanho do estado o que determina o seu grau de desenvolvimento humano, social e a competência administrativa de seus gestores, mas sim qual classe governa, com quais instrumentos e com qual programa.

Quem manda em nosso estado são as multinacionais, como a Vale e a Cargil, e um punhado de latifundiários e mega-empresários que controlam não só as riquezas de nosso estado (terras, fábricas, meios produtivos), mas o próprio estado através dos principais partidos como o PSDB, o PMDB e o PT que se revezam no poder e nada muda em nossa vida. Simão Jatene, assim como foi com Ana Júlia e Jáder Barbalho, governa para os ricos.

Enquanto as nossas riquezas estiverem nas mãos de um punhado de capitalistas, não importa o tamanho do estado, a pobreza, a miséria e a violência continuarão imperando. Só com a reforma agrária, a estatização sob controle dos trabalhadores de nossas riquezas e empresas privatizadas, como a Vale a Celpa, e um programa de governo discutido e encaminhado sob controle dos trabalhadores através de seus organismos de poder, e não de uma Assembleia Lesgislativa corrupta, é que teremos a solução para os principais problemas que afligem nossa classe. Só um governo socialista dos trabalhadores poderá romper com a Lei Kandir e com a Lei de Responsabilidade Fiscal que impedem que o estado cumpra seu papel de garantir educação e saúde de qualidade e salário digno para todos. 

Proposta dos latifundiários e multinacionais
A divisão do estado é uma proposta dos latifundiários e das multinacionais que controlam o campo paraense. Só quem vai se beneficiar com essa cisão são os políticos corruptos como Giovanni Queiroz (PDT), Asdrúbal Bentes (PMDB) e Lira Maia (DEM) que já são verdadeiros “coronéis” em suas regiões, mas que querem mais aparato estatal para explorar com mais voracidade nossas riquezas, os trabalhadores da região e o meio-ambiente. Ao contrário, do que se pensa, a divisão do estado irá aprofundar a miséria e o caos no interior do Estado, pois a maior parte do orçamento dos possíveis estados de Carajás e Tapajós será, caso seja aprovada a divisão, para garantir a própria máquina administrativa desses estados (a criação do poder Executivo, Legislativo e Judiciário). 

Segundo estudo do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), caso cheguem a ser criados, os estados de Carajás e Tapajós dependerão de ajuda federal para arcar com as novas estruturas de administração pública que precisarão ser instaladas. Tapajós e Carajás teriam, respectivamente, um custo de manutenção de R$ 2,2 bilhões e R$ 2,9 bilhões ao ano. Diante da arrecadação projetada para os dois estados, os custos resultariam num déficit de R$ 2,16 bilhões, somando ambos, a ser coberto pelo governo federal. O IPEA ressalta em sua análise que o PIB do Pará em 2008 foi de R$ 58,52 bilhões, e o estado gastou 16% disso com a manutenção da máquina pública. Para o mesmo, o Estado do Tapajós gastaria cerca de 51% do seu PIB e o de Carajás, 23%. A média nacional é de 12,72%. Segundo o parecer desse estudo, “nessas bases, não tem estado que se sustente”. 

Os mais prejudicados com a divisão do Estado serão os trabalhadores, de todas as regiões do Estado, pois faltarão verbas para sãs áreas sociais que serão consumidas pelos políticos corruptos da região. Se o tamanho do Estado fosse sinônimo de elevados índices de desenvolvimento social e de competência administrativa, Estados como Alagoas e Sergipe, por exemplo, deveriam ser exemplos em âmbito nacional de atendimento às necessidades dos trabalhadores. E a realidade não é essa. 

Por outro lado, não basta somente votar contra a divisão no plebiscito. É preciso organizar a luta da classe trabalhadora pelo controle de suas riquezas. Chamamos os movimentos sociais, os partidos de esquerda e os trabalhadores em geral para organizarmos uma grande campanha em defesa de nossas riquezas, começando pela campanha “O minério tem que ser nosso”. Precisamos acabar com a sangria de nossas riquezas feita pela Vale. Vamos à luta pelo aumento dos royalties da mineração rumo à reestatização sob controle dos trabalhadores dessa empresa que controla parte significativa de nossas riquezas. 

  • Não à divisão do Pará! 
  • Queremos o Pará unido para os trabalhadores!
  • O minério tem que ser nosso! Pelo aumento dos royalties da mineração de 2% para 10% rumo à reestatização da Vale!
  • Reestatização sob controle dos trabalhadores da CELPA e das multinacionais que exploram nossas riquezas!
  • Reforma Agrária já!
  • Por um governo socialista dos trabalhadores! 





  • Dia 21/08, Marcha CONTRA a divisão do Pará, às 9hs, concentração na Praça dos Estivadores

    16 de agosto de 2011

    Diálogos Cineclubistas


    Mais informações:


    12 de agosto de 2011

    Para alguém especial.

    E hoje é aniversário de uma das pessoas mais especiais da minha vida; o Dimas ou o @fdoliver como é conhecido por alguns, por isso vou postar em sua homenagem uma poesia de sua autoria e uma das minhas favoritas. 
    Dimas, adoro você meu amigo =*


    O Bebê Destroçado
    Por Dimas Oliver


    A nova alma em carne suja
    vindoura de um choro de lamento
    não diria amar sua mãe
    não diria amar ninguém

    Ela tem fendas escuras
    em seus olhos, em cada aspecto de sua pele
    uma pele escamosa e esbranquiçada
    Não amaria sua mãe e não amaria ninguém

    Seria exposta como um milagre de seu próprio Deus sorridente em luxúria
    o bebê morto das mãos da luz do espelho do Paraíso
    Não choraria por sua mãe
    Não choraria por ninguém

    Sua boca, seria costurada
    Seus lábios muito cinzentos, seriam o esmorecer da solidão jamais sentida
    Sua virgem de Trevas rezaria um cântico de sangue e fé
    Sua fé seria a própria sinceridade dos desesperados

    O bebê estenderia suas mãozinhas muito tímidas,
    se mãos tivesse
    E forçaria um sorriso doce e gentil
    Se seus lábios não fossem costurados em um esgar débil típico do Éden

    A criança se pudesse, cresceria
    e cometeria o pecado original repetidas vezes
    Caminharia, se pés tivesse
    Sobre uma estrada asfaltada por corpos lânguidos e sussurantes por acalento

    Como homem usurparia o trono daqueles que se julgam justos
    Lutaria uma luta sem vitoriosos
    apenas pelo prazer do fim 
    Esse seria seu desejo

    Se sentimentos ele tivesse...
    Se crescer ele pudesse.



    Blog: Sinfonias do Abismo

    Festival Cine Periferia Pai D'égua



    Primeira edição do Festival idealizado pela ONG Crias do Futuro em parceria com a Central Única das Favelas – CUFA, tem patrocínio da Oi e apoio cultural do Oi futuro
       A 1ª edição do Cine Periferia Pai D’Égua já está com as inscrições abertas para receber obras audiovisuais independentes nos formatos de vídeo-minuto, curta, média e longa-metragem. Os selecionados farão parte da mostra de cinema idealizada pela ONG Crias do Futuro, em parceria com a Central Única das Favelas – CUFA. O objetivo é incentivar e fomentar a cultura de periferia, por meio da produção de filmes assinadas por jovens moradores de comunidades periféricas da capital paraense e nacional. Selecionado em 2010 pelo Programa Oi de Patrocínios Incentivados, o projeto vai oferecer ainda oficinas e palestras para os jovens interessados em produzir suas obras.  As inscrições estão abertas até o dia 07 de agosto de 2011.
       O Cine Periferia Pai D’égua acontecerá de 06 a 11 de setembro, no Cine Olympia, em Belém. Os filmes selecionados concorrerão a troféus nas categorias de melhor direção, roteiro, vídeo minuto, curta, média e longa-metragem de ficção ou documentário. É uma proposta inédita e singular na difusão e fomento de filmes produzidos nas periferias brasileiras, contribuindo para a formação de platéia e democratização do acesso da população aos filmes considerados alternativos e independentes. “Mais do que uma mostra, o Cine Periferia Pai D’égua é um espaço exibidor que acompanha e registra a atual evolução da linguagem cinematográfica vinda da periferia”, conta Aline Machado, coordenadora do projeto.
    As obras inscritas deverão obedecer certas regras, estabelecidas no regulamento, como não conter conteúdos com apologia ou incitação ao uso de drogas de qualquer espécie, ao racismo, a homofobia, a violência sexual ou qualquer outra forma de violência e\ou qualquer tipo de discriminação. As produções também devem cumprir o objetivo do evento: exibir filmes vindos da periferia, de forma a retratá-la. Mais informações sobre o regulamento e inscrições no endereço eletrônicohttp://cineperiferiapaidegua.blogspot.com ou pelos e-mails cineperiferiapaidegua@yahoo.com.br ecintialuna.cufa.pa@gmail.com.
      Após o evento, os filmes selecionados para a mostra percorrerão espaços alternativos de exibição por toda a região metropolitana de Belém, na ação denominada Cine Periferia Itinerante.
      O Crias do Futuro e a Central Única das Favelas - CUFA PA nasceram no ano de 2008 na cidade de Belém, trazendo como missão desenvolver projetos, que contribuam para o desenvolvimento social e cultural de crianças e jovens de comunidades periféricas em situação de risco social. Promover, incentivar e fomentar ações culturais, sociais, educacionais, esportivas e de promoção da cidadania, são ferramentas de construção de novas alternativas de inclusão, reconstrução de valores e do desenvolvimento humano.
    Este projeto conta com o patrocínio da Oi, Semear e Governo do Pará e com o apoio cultural do Oi Futuro e Fundação Cultural Tancredo Neves.Assessoria de Comunicação - Cíntia Luna

    Mais informações:
    http://cufapara.blogspot.com/

    11 de agosto de 2011

    A poesia prevalece!


    O Teatro Mágico lança seu terceiro CD e continua a encantar o publico



    Surge em 2003 uma nova proposta no cenário musical brasileiro, uma gente diferente para um publico diferenciado, queriam misturar teatro, música, circo, poesia “tudo numa coisa só” e disponibilizar tudo gratuitamente, deu certo; assim surgiu O Teatro Mágico, comandado por Fernando Anitelli.

    A banda chega ao seu terceiro cd “A sociedade do espetáculo” com grandes expectativas, Anitelli explica que este cd trás músicas com colaboração dos fãs “Tem música escrita com twitteiros e twitteiras, que se chama ‘O que se perde enquanto os olhos piscam’” afirma
    Este álbum também vem completar a trilogia d’O Teatro , com “Entrada para os raros”, “Segundo ato” e agora “A sociedade do espetáculo”, todos disponíveis gratuitamente  pelo site do Trama Virtual.


    Fernando Anitelli, também fala sobre as mudanças musicais neste novo cd - Era necessária uma mudança não só na parte instrumental, mas também nas letras. Eu resolvi buscar palavras que eu nunca tinha usado, de uma forma que continuasse com a poesia, a parte singela, mas diferente. De uma hora para outra aquilo que eu fazia antes parecia uma cartilha de pré-primário. O Daniel [Santiago] me ajudou nesse processo de organizar melhor as ideias.- explica

    E assim O Teatro Mágico continua com sua turnê de shows pelo Brasil, com grande publico e muita poesia, afinal “a poesia prevalece”

    O CD será lançado em 06/09, mas você já pode conferir uma amostra do que vem por ai
    Da Entrega






    Fontes: Jornal União
                Portal R7
                O Teatro Mágico

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