Postagens mais visitadas

This is default featured post 1 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.This theme is Bloggerized by Lasantha Bandara - Premiumbloggertemplates.com.

This is default featured post 2 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.This theme is Bloggerized by Lasantha Bandara - Premiumbloggertemplates.com.

This is default featured post 3 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.This theme is Bloggerized by Lasantha Bandara - Premiumbloggertemplates.com.

This is default featured post 4 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.This theme is Bloggerized by Lasantha Bandara - Premiumbloggertemplates.com.

This is default featured post 5 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.This theme is Bloggerized by Lasantha Bandara - Premiumbloggertemplates.com.

17 de outubro de 2010

IFNOPAP - Fortalecendo a cultura da Amazônia Paraense


O IFNOPAP (O imaginário das formas narrativas orais populares da Amazônia paraense) do Instituto de Letras e Comunicação da UFPA, coordenado pela profa. Socorro Simões, desde 1994.
Hoje é o maior projeto integrado dentro da Universidade Federal do Pará. Com um enorme acervo onde conta narrativas populares, hoje o IFNOPAP conta com alunos tanto de graduação quanto de pós-graduação do curso de Letras.Tal Projeto visa fortalecer a cultura da Amazônia Paraense, procurando registrar as narrativas do imaginário deste povo simples.


Do projeto que colhia histórias sobre mitos amazônicos, por meio de expedições realizadas nos rios do interior do Estado, nasceu o ímpeto de fazer mais: “incentivar o desenvolvimento de competências com vistas à produção de conhecimento e a melhoria do padrão de vida das populações ribeirinhas da Amazônia paraense através de ações acadêmicas voltadas para a formação e qualificação de recursos humanos, desenvolvidas no próprio barco de viagem”, explica Socorro.

            Portal UFPA
            IFNOPAP

9 de outubro de 2010

Simplesmente Che



"O verdadeiro revolucionário é guiado por grandes sentimentos de generosidade; é impossível imaginar um revolucionário autêntico sem esta qualidade".


Ernesto Che Guevara

3 de outubro de 2010

Cinema sob à luz da psicanálise

Por Ábia Costa


No começo deste ano, descobri um blog, onde juntava duas coisas as quais eu sou apaixonada: cinema e psicanálise. Ao ler as análises dos filmes, me tornei grande fã de seu dono e autor: Renato Hemesath, 22 anos, morador da cidade de São Paulo, onde cursa o 3º ano de Psicologia, cinéfilo, com preferência por filmes em preto e branco, não esconde de ninguém sua enorme admiração por Audrey Hepburn (anos 50, 60, 70 e 80), apreciador de dias frios e nublados e de grande variedade de chás. Além de tudo isso, Renato arranja um tempinho para escrever suas análises cinematográficas e nos concedeu uma entevista exclusiva, onde fala de suas inspirações, gostos e claro cinema e psicanálise através do Cine Freud.


Pergunta: Como surgiu a ideia de criar um blog juntando psicanálise e cinema?
Renato Hemesath: A princípio não havia uma idéia estruturada, eu tinha apenas um nome em mente: Cine Freud, que tal? Neste primeiro momento, constatei que não havia nenhum trabalho na internet que apresentasse esses dois eixos, que falasse ousadamente sobre cinema e psicanálise. Portanto, nada mais propício do que investir em algo inovador! desde então, alguns elementos já eram fundamentais para mim: zelo, autenticidade, ousadia e bom humor. E foi assim que aconteceu, o resultado vocês podem constatar hoje.



P: Como você acha que a psicanálise é encarada atualmente?
R.H: Eu acredito que a psicanálise tem sido encarada com um enfoque mais amplo. Hoje esta é vista tanto enquanto demanda clínica como quanto uma visão que estuda o sujeito e suas formas de subjetivação em relação a seu desejo. Mas ainda assim, pensamentos retrógrados e idéias limitadas quanto a prática clínica são propagadas entre as pessoas. Vejo que, de certo modo, ainda há profissionais que a veêm como uma técnica focada unicamente o sintoma do sujeito, quando, na realidade, o trabalho analítico vai muito além disso porque visa responsabilizar o sujeito na orientação de seu próprio desejo. A Teoria, em suas diferentes escolas (clássica, inglesa, americana e francesa) se mostra propícia e válida para pensarmos as questões atuais do mundo.


P: Você aborda vários temas de filmes, como faz a seleção dos filmes que serão analisados?
R.H: Não há uma fórmula determinada, não. Eu busco escrever sobre filmes que de algum modo me causaram impacto. Não há como eu ser indiferente em relação a um título selecionado, pois se assim fosse, não fluiria. Frequentemente me oriento pela temática, tendo em vista o que poderei abordar em termos psicanalíticos, mas há outros critérios também: há diretores que tem um estilo muito atraente, fotografias belíssimas, assim como há filmes que são polêmicos e excelentes para propagar novos burburinhos a seu respeito. Sempre escrevo em blocos de cinco ou seis resenhas, é o modo como me organizo. Depois estes textos são revisados pela Elisângela Alves, uma amiga que gentilmente os lê e os rabisca, rs. E após uma revisão final e inserção das fotos (também editadas por mim), está pronto!


P: Você usa as análises que escreve para o blog para sua vida acadêmica?
R.H: Eu faço um uso indireto. Até então não realizei nenhuma apresentação literal sobre algum filme que tenha escrito, mas eles me orientam na elaboração de outros trabalhos. O cinema está sempre presente em tudo o que faço, desde as atividades da graduação até as super conversas e encontros nos cafés aqui em SP.


P: De todos os filmes analisados, qual foi o que você mais gostou de analisar?
R.H: Há um que foi muito sensacional: "Bem vindo à Casa de Bonecas", de 1995 do Todd Solondz. (Vejam: Análise "Bem vindo à Casa de Boncas")
Quem me conhece sabe o quanto eu super amo todo o trabalho do Todd Solondz. ele é fenomenal, é minha maior referência em humor negro. Escrever sobre este filme foi fantástico! a história por si só é encantadora, mas principalmente pela oportunidade de abordar sobre o lugar daqueles que socialmente são silenciados pela ação de um outro, foi o momento de tirar máscaras e mostrar, em concordância com Todd, que socialmente é eleito o lugar daqueles que nada-são.



P: Sabemos que o blog está passando por uma reformulação, podemos saber algumas das novidades?
R.H:
Ah claro que sim. Decidi que seria preciso mudar algumas coisas de lugar e rever algumas questões. Agora, o site possui domínio próprio e estou reformulando o layout e aprendendo novas técnicas gráficas, já que todo o design da página é desenhado por mim. Sinto também que será muito interessante mudar gradativamente a estrutura das resenhas, logo o fio narrativo tem se modificado, a ênfase para os próximos trabalhos será escrever as resenhas pautando-se na análise dos discursos e do simbolismo presente nos filmes. E claro, logo faremos 1 ano, e essa data será super comemorada.


P: O "Cine Freud" completa um ano em novembro, quais são suas metas para o futuro? acredita que até aqui, o blog chegou onde você queria?
R.H: Há muito trabalho pela frente! o Cine Freud ainda tricotará muito mais! Eu super acredito e me enxergo naquilo que realizo e assim, juntamente com as pessoas queridas que conheci nestes últimos meses, pretendo continuar, como diz uma amiga: Avanti! É uma marca que faço questão que seja deixada.
Sim, o blog atingiu um ideal previamente sonhado. Quando comecei a escrever e editar todo o trabalho não tinha certeza se a proposta daria certo ou não, assim como não imaginava que encontraria um público tão receptivo e disposto a pensar o cinema sobre este enfoque analítico. Mas quero algo ainda mais ousado e serão os próximos meses que permitirão que isso ocorra. Afinal, quando você acredita de verdade que é capaz de realizar, não há nada que possa afastá-lo deste ideal.





Siga o TwitterCine Freud

Gostaria de agradecer ao Renato Hamesath por me conceder a entrevista

1 de outubro de 2010

A construção identitária dentro do filme "O Show de Truman"

Reflexões da pesquisa em andamento do projeto MovieCal/Infocentros, coordenado pelo Profº Dr.Fernando de Moraes Gebra, na Universidade Federal do Pará.



Por Ábia Costa

Em "O Show de Truman", existem vários aspectos a serem discutidos, em especial a questão da identidade da personagem principal do filme. Quem era Truman? Todos pareciam saber, acompanhavam seu dia-a-dia, suas emoções, vivências e construção de valores no decorrer dos anos, todos o conheciam, exceto o próprio Truman.
Uma das figuras centrais, o diretor do reality show em que o filme é ambientado, que se considerava pai, ou seja, "dono" de Truman, construiu um mundo que ele julgava perfeito. Truman vivia em uma sociedade hipócrita onde todos o enganavam e o manipulavam. Seu melhor amigo, seus pais, sua esposa eram atores e estavam ali pela fama e dinheiro e não por Truman.
Com o tempo a personagem principal começa a questionar sobre o mundo em que estava vivendo, quem ele realmente era e o contexto no qual estava inserido. Sua vontade de desbravar horizontes era tamanha que ele enfrentou seus próprios medos em busca de conhecimento não somente, de si mesmo, mas de novos lugares onde pudesse se inserir.
Esta busca de Truman, fez com que seu "dono", o diretor tentasse, de todas as formas, mantê-lo preso, mas a procura de Truman por sua verdadeira identidade e novas coisas, foi ainda mais intensa, e isto é percebido no diálogo que ele desenvolve com o diretor, quando Truman em sua ânsia pergunta: "Quem sou eu?". Tal pergunta não foi satisfeita com a resposta do diretor, pois este o via apenas como um produto o qual era vendido pela mídia; ao responder "Você é o astro", o diretor ignora a humanidade de Truman e sua identidade como pessoa.
Não satisfeito com a reposta, Truman resolve sair do seu mundo, em busca de si, e de sua própria personalidade. Esta busca porém é infindável dentro de nós, daí o filme terminar no momento em que Truman começa a viver sua vida de verdade, sem câmeras, atores e cenários. Vivemos nesta busca por quem somos.

Share

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More