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20 de setembro de 2012

Mais do que “Mal Intencionados”, seres humanos.


Por Ábia Costa

Um dia chego em casa e lá estava ele, meu exemplar de “Mal Intencionados”,  livro recentemente lançado pela escritora Geyme Lechner, que apesar de longe tenho o prazer de chamar de amiga. Assim que o recebi, comecei a lê-lo e Geyme  possui uma deliciosa forma de apresentar-nos a história, é algo que prende nossa atenção, um verdadeiro mergulho em histórias que podem ser de qualquer um.

Com ousadia a autora aborda temas como pedofilia, religião, miséria, homofobia, dentre outros temas tão recorrentes em nossa sociedade, mas que muitas vezes preferimos fechar os olhos.

O livro já começa com descrições fortes, contando a história do pequeno Tomás que desde muito jovem sente um apego descomunal pela mãe, o levando a crises de ciúmes que o fazem tomar atitudes, muito bem planejadas, mas que nos fazem duvidar quanto ao caráter  - não só do garoto - do ser humano de forma geral, afinal, quando realmente passamos a entender o mundo que nos cerca? E quando nosso caráter é formado? Será que realmente Rousseau estava certo ao afirmar que “nascemos bons”?

Após várias histórias paralelas, como as de Ana, mãe de Tomás que foi vítima de fanáticos religiosos, e de Damião, padrasto do garoto, que foi vítima do próprio fanatismo religioso que o acometia, não o deixando admitir seus próprios erros.

Geyme consegue nos transportar para dentro da história com cenas descritivas cheias de detalhes, muitas vezes eu me emocionei ao ler. E fui levada a diversos questionamentos sobre a vida e a sociedade, e acima de tudo o que é a felicidade.

O livro tem final feliz para alguns personagens, para outros nem tanto, mas é uma história que te faz querer ficar grudada do inicio ao fim, imaginando a vida difícil de pessoas que são vítimas do sistema a cada dia, ou seriam vítimas de si próprias?

Seus personagens são verdadeiros seres humanos em busca da felicidade, mas que pelo meio do caminho só encontraram dor, sofrimento e morte, mas que também encontraram alegria em meio a um universo que parece conspirar contra tudo e todos. 

Precisamos aprender a sorrir em meio a desgraça, e a aprender com nossos erros, admitir que não somos ingênuos, e que muitas vezes nosso caráter pode nos levar a fazer coisas ruins.
Mal Intencionados é isso, uma história de amor, egoísmo, erros, uma história que pode acontecer em qualquer lugar, com qualquer pessoa e vale a pena lê-la. 




29 de maio de 2012

Rococó

O rococó é um movimento artístico europeu, que aparece primeiramente na França, entre o barroco e o Arcadismo. Visto por muitos como a variação "profana" do barroco, surge a partir do momento em que o Barroco se liberta da temática religiosa e começa a incidir-se na arquitectura de palácios civis, por exemplo. Literalmente, o rococó é o barroco levado ao exagero.




Diana after the hunt - François Boucher

2 de maio de 2012

A Sagração da Primavera

Trecho da peça/dança "A Sagração da Primavera" de Pina Bausch



31 de março de 2012

Cada momento


Por Ábia Costa

Em cada momento...
Uma intensa saudade invade meu peito
Saudade do teu sorriso encantador,
Do teu olhar meigo e de menino levado
Saudade do teu aconchegante abraço
Saudade daquele carinho antigo
e de conversas que, muitas vezes, foram nas madrugadas.
E em cada momento que
sorris meu coração pula de alegria
de ver em ti a felicidade que busco no alguém imperfeito,
mas leal que te tornaste em épocas não tão longínquas.
E ao me perguntar onde tais épocas ficaram no tempo
Lembro-me de episódio poucos, mas intensos
Em que ao teu lado vivi
E tento procurar aquele abraço que ficou suspenso no tempo
Ou será que o tempo ficou suspenso quando eu
em um momento de carinho estava em teus braços?
Pedindo para que aquele tempo volte, ou fique parado.
Em cada momento, na memória há guardada a sensação de ter por perto,
de sentir teu cheiro, de risos e momentos.
Devemos aproveitar enquanto as pessoas estão por perto,
pois algumas vezes a saudade não pode ser remediada
E ela dói mais que tudo na vida
E em cada momento
Espero que possamos estar juntos talvez
Nem que seja por um segundo, para que eu possa
eternizar a sensação de te ter só pra mim
a cada momento...


Para meu grande amigo Laércio Junior, te amo muito.



17 de fevereiro de 2012

Março é no Cine CCBEU


Para melhor visualização clique AQUI 

9 de fevereiro de 2012

A experiência estética em "A árvore da vida"


Não sou uma profunda conhecedora de artes, apenas uma grande apreciadora da mesma, sou intensamente apaixonada por arte de forma geral, em especial a cinematográfica, meu caso de amor com a 7ª arte vem de longo tempo, mas se intensificou após minha entrada na faculdade e a oportunidade de trabalhar em um projeto dentro dela que envolvia o ensino da linguagem através do cinema.

Gosto de me entregar à experiência estética, assim como para Schopenhauer, para mim ela tem efeito libertador e de profunda satisfação, quem já teve algum tipo de experiência estética, sabe muito bem do que estou falando (não tenho a pretensão discutir aqui o que é uma experiência estética).
Confesso que estava evitando assistir A árvore da vida, não por falta de vontade, mas por medo de que com tantas expectativas criadas em torno do filme de Terrence Malick, eu me decepcionasse e não fosse realmente tudo o que eu esperava, já tive algumas experiências semelhantes.

No dia em que realmente resolvi assistir, um dos críticos de cinema de Belém, membro da ACCPA (Associação de Críticos de Cinema do Pará) disse antes de começar a sessão que não devíamos intelectualizar o filme, mas que primeiramente deveríamos nos entregar às sensações que este nos proporcionaria; fiquei intrigada, e também depois que comecei a trabalhar com análise de filmes dentro da universidade é muito difícil eu conseguir assistir um filme sem analisá-lo, mas eu realmente tentei desligar o intelecto e deixar fluir apenas as emoções. O resultado foi algo extraordinário.

Fazia muito tempo em que eu não obtinha uma experiência estética tão intensa, me senti em um plano superior, quase transcendente (isso não significa que eu acredite em transcendência, apenas me entreguei a uma sensação puramente emocional), sei que se eu fosse religiosa a experiência teria sido ainda mais intensa.

Malick é ousado, como em todos os seus filmes, é um diretor perfeccionista, refinado e anti-social, ele não permite imprensa em seu set, raramente concede entrevistas, e em 30 anos de carreira produziu somente seis filmes, e todos considerados obras primas pela crítica, podemos assim ter uma ideia do nível do diretor.

Em A árvore da vida não podia ser diferente, Malick nos faz mergulhar no universo e não apenas cientifico, mostrando o big ben e o mundo povoado por dinossauros, mas também nos mostra o universo das relações entre pai e filho, essa relação que ao mesmo tempo é tão amorosa e conflituosa, nos mostra a dor da perda de um filho e das relações complicadas que podem existir em uma família. Além disso, também mostra a relação do homem para com deus (que, segundo os religiosos, também é uma relação entre pai e filho), esta relação é cheia de questionamentos, e ainda assim de resignação perante a autoridade paterna, bem como refúgio para a dor.




As cenas do universo sendo formado com uma trilha sonora impecável, de alguma forma me fizeram lembrar 2001, uma odisséia no espaço de Kubrick, a sensação de magnitude, nos faz mergulhar em sensações únicas nos levando a uma experiência estética singular.


Contando com atores renomados como Brad Pitt e Sean Penn, A árvore da vida é um dos indicados ao Oscar deste ano, em categorias como Melhor Filmes, Melhor Diretor e Melhor Fotografia. Espero que a academia este ano, deixe as políticas de interesse de lado e premie quem realmente merece.

Se você ainda não assistiu A árvore da vida, assista e se entregue a esse delicioso prazer estético que o filme é capaz de nos proporcionar

Ábia Costa

21 de janeiro de 2012

Vaidade




Sonho que sou a Poetisa eleita,
Aquela que diz tudo e tudo sabe,
Que tem a inspiração pura e perfeita,
Que reúne num verso a imensidade!


Sonho que um verso meu tem claridade
Para encher todo o mundo! E que deleita
Mesmo aqueles que morrem de saudade!
Mesmo os de alma profunda e insatisfeita!


Sonho que sou Alguém cá neste mundo ...
Aquela de saber vasto e profundo,
Aos pés de quem a Terra anda curvada!


E quando mais no céu eu vou sonhando,
E quando mais no alto ando voando,
Acordo do meu sonho ... E não sou nada! ...

Florbela Espanca

16 de janeiro de 2012

Sonhar em segredo

O livro Os famosos e os duendes da morte, de Ismael Canepelle que deu origem ao filme de mesmo nome dirigido por Esmir Filho é um mergulho na alma de um adolescente no interior do Rio Grande do Sul, o filme narrado em primeira pessoa, com o foco narrativo - segundo Norma Friedman - eu-protagonista, nos mostra a sensibilidade de uma mente um tanto quanto depressiva, seus conflitos, sua construção identitária, sua vida...é um retrato da alma do protagonista que não é nomeado. O filme não fica atrás, com uma poética interessante, é um "cinema sensorial" como diz Esmir Filho em uma de suas entrevistas; realmente é difícil não sentir a dor do personagem, não mergulhar fundo no seu dia-a-dia e muito mais que isso, sentir o que ele sente. Nunca vi um filme brasileiro com tamanha sensibilidade. Minha intensão aqui não é fazer uma resenha do filme ou do livro e sim falar um pouco do que eu senti em um dos filmes que mais marcaram minha vida.
Se identificar com o trio de personagens principal é fácil, mas entendê-los e senti-los é uma tarefa para poucos. A ponte tem um significado especial para eles, e acaba se tornando algo especial para nós também, ela vem a ser como uma protagonista do livro, parece que tudo gira em torno dela e é nela que vidas são decididas. Os famosos e os duendes da morte é um mergulho dentro de nós mesmos, e até onde a ponte pode ser uma ameaça ou uma salvação para nós, ela pode configurar vários aspectos em nossas vidas.
É um livro que vale a pena ser lido, um filme que vale a pena ser assistido.
E que somente pessoas sensíveis são capazes de entender a poética em suas páginas e imagens.
Ao som de Bob Dylan e Nelo Johann nos leva para dentro de nós mesmos.









Fragmentos de "Os famosos e os duendes da morte", livro de Ismael Canepelle e filme de Esmir Filho

"Naquela cidade, cada um sonhava em segredo, o menino sem nome conheceu a garota sem pernas, ela não tinha pernas, mas mesmo assim não precisava de ninguém para ir embora"

"A tua boca se abrindo era o meu sorriso querendo surgir. Os teus olhos chorando eram as minhas vontades que um dia tu também sentiu"

"Segurando forte na tua mão sem entender que todas as vidas são solitárias"

"Sem nunca saber que nossos olhos carregavam as mesmas lágrimas, as nossas mãos traziam as mesmas despedidas"

"Sem saber que a pior do é a dos que voltam. E a dos que ficam. A dor do que não tentaram e não conseguiram"

12 de janeiro de 2012

Apenas compreenda...



Está na hora de aprendermos a respeitar a opinião e crença dos outros; está na hora de sermos mais humanos e termos mais compaixão; está na hora de aprender a dizer "obrigado", "por favor".
Essas são coisas simples e tão difíceis de serem compartilhadas entre os seres humanos, um grupo de pessoas não é superior aos demais, não devemos impor nossas opiniões, pensamentos, crenças aos demais.
Cada um deve ser livre para seguir o caminho que assim o desejar.
Já vivemos em uma sociedade manipuladora, que todo o tempo nos influencia, desde o momento em que nascemos devemos nos adequar a ela. As pessoas não estão ao seu redor para fazer as suas vontades, e nem você deve fazer as delas.
Precisamos acertar nosso caminho para a felicidade, sem ilusões de que ela exista.
Felicidade é ausência de dor - emocional - mas é essa tal dor que nos torna cada vez mais seres humanos, é a dor que nos sensibiliza e faz-nos querer sermos pessoas melhores para construir uma sociedade mais justa.
Enquanto formos egoístas ao ponto de querer impor aquilos que acreditamos aos outros, viveremos em uma sociedade em que sempre haverá opressões. Devemos e queremos ser livres, mas essa liberdade começa dentro de você, não deixe que os outros digam qual caminho você deve seguir, a vida é sua e de mais ninguém e ela é curta demais para você perder tempo sendo outra pessoa.

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